
a review by Guiqml

a review by Guiqml
O mangá de Shingeki no Kyojin é uma história que sua serialização iniciou em 2009, e teve sua finalização em abril de 2021 e que quando iniciou-se a sua adaptação em 2013 pelo estúdio WIT, os holofortes da comunidade otaku se voltaram para essa obra do então mangaká iniciante, Hajime Isayama.
Um dos melhores pontos da obra se baseia no fato de que inicialmente ela era imprevisível e era apenas uma história sobre a humanidade tentando se libertar da prisão física e psicológica que são tanto as muralhas, quanto os gigantes humanoides, chamados de Titãs. E acabamos por acompanhar a história de um garoto em busca de vingança, chamado Eren Jeager que após ter a sua mãe devorada por um titã, busca tanto vingança, quanto um anseio pré-existente de liberdade junto de seus amigos, Armin Arlet e Mikasa Ackerman.
A ambientação da história é uma sociedade é uma monarquia militarista corrupta e egoísta que busca apenas expandir sua influencia e território, e que vive com um medo dos titãs, mas acaba por menosprezar tal temor em virtude da existência das muralhas que são mais que 3 vezes maior que o maior dos titãs conhecidos.
E um belo dia aparece o maior titã já visto, que é chamado de titã colossal que tem em torno de 60 metros e acaba por fazer com que os titãs entrem na cidade e acabem por matar um considerável numero de pessoas, e entre eles a mãe do protagonista, desencadeando todo o plot motivacional da obra.
O primeiro ato de shingeki, é o melhor tanto em termos de clima, quanto em termos de escrita, porém é onde a arte está mais deficiente de qualidade, visto que a arte é horripilante, mas ok, a parte de roteiro foi a mais bem escrita, pois deu um objetivo claro e ainda deixa uma pontada de mistério, que é a questão do porão, mas que se torna algo bem problemático com o decorrer da história. O arco do treinamento é onde conheceremos os secundários que terão uma mínima importância para o protagonista, e depois temos a primeira problemática que foi com certeza onde os leitores e os fas da obra se viram arrebatados que foi simplesmente quando o autor começou a matar alguns personagens gratuitamente, inclusive o protagonista, que deve ter deixado os fãs ansiosos por um tempo( já que o mangá é mensal, a apreensão deve ter sido grande).
Após a revelação de que o Eren é um titã, a obra tomou um novo rumo, que era o de humanos virando titãs, mas aí a gente pode ver que o Isayama queria engrandecer desnecessariamente a sua obra, pois seria mais interessante ver a humanidade buscando superar um inimigo grandioso, que se mostra uma barreira natural, mas ele descarta isso de forma quase que completa, a partir do momento que o foco se baseia em encontrar e derrotar aqueles que possuem titãs dentro de si.
Bom após a luta inútil da Annie, somos agraciados com a aparição do titã bestial que basicamente revela a total mudança da obra de um mistério e superação de uma barreira natural, para um embate contra titãs e uma conspiração politica que veio do nada, apenas e tão somente para dar tempo de ter a batalha de shinganshina mais a frente, temos a elevação da história a uma personagem relevante, e ela realmente se prova até melhor que muitos outros personagens, contudo ela é basicamente jogada de lado após o capítulo 90.
Um ponto problemático que esqueci de elencar anteriormente é a existência do Levi, pois não é do meu agrado os personagens que são simplesmente mais fortes que todos alí, mas a história tenta dar uma profundidade, para ele e depois justifica do por que ele é o mais forte da humanidade, o que eu desgosto, pois em vez de mostrar que existem humanos que são muito talentosos, apenas faz com que eles sejam meio-titãs que são mais fortes, simplesmente por que sim.
O maior ponto de decaimento da obra se encontra nos seus quarto e quinto atos, que são basicamente todos os capítulos a partir do 90, pois vemos que o Isayama queria por o debate entre os dois lados que são os Paradianos e os Eldianos em Marley, e isso é interessante de fato, porém acaba por meio que falhar, justamente pela ausência de um posicionamento do Isayama, para com aquilo que ele estava escrevendo e isso se torna acentuado, na personagem da Gabi, que era um debate em cima das ações do Eren para com os seus inimigos, usando da bandeira da liberdadem, mas a partir do capítulo 122, isso é descartado, junto com quase tudo, que a obra apresentou, pois basicamente relativiza e faz com que seja impossível dizer que o Eren é um genocida e está errado, baseando-se puramente no que foi apresentado no mangá.
Mas......talvez o Eren não tivesse tão errado
SE VC LEU ATÉ AQUI E ACHOU A CRÍTICA VAZIO, BOM É ISSO QUE A OBRA É , E NÃO ADIANTA RECLAMAR, POIS É ASSIM QUE O MANGÁ FOI FEITO.
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