Introdução
Para quem for for ler/assistir Pandora Hearts tem que esperar que não seja um Battle Shounem convencional que é mais popular e que abordar mais ação e aventura como se está acostumado em ver, essa história aborda um grande mistério em que a cada capítulo vai só se intensificando e ampliando além de focar muito na psique e dilemas dos personagens para seus desenvolvimentos internos e aprender conforme a vida sobre o quão errado é ficarem somente na sua caixinha interna sem abrir sua visão.
Se você ler tem que prestar muita atenção desde o inicio pois é muito extenso a quantidade de elementos colocadas desde o inicio e a forma abordada, dependendo de sua primeira impressão eu compreendo não querer continuar por causa da abordagem inicial de abranger muitas perguntas de formas rápidas e abruptas a principio, mas se continuar garanto que você terá uma ótima história que conforme progredi só melhora.
Essa história me deixou bem confuso em muitos elementos mas conseguiu me engajar muito bem através dos personagens e do interesse no mistério, eu facilmente releria a obra por ter tantas pontas ali que eu fiquei boiando e que revisitaria para ficar mais compreensível.
O que me foi cativante em Pandora Hearts
MistérioO que eu posso dizer sobre a maravilha que é essa construção? compreendo que é um elemento essencial desde o inicio no engajamento mas que no inicio eu via uns tropeços pelo fato de ser extremamente excessivo em alguns momentos.
Pode ter tornado a leitura inicial de muita gente algo tenso e cheio de informações que fez o público boiar e não somente nisso mas na maneira que o ambiente muda constantemente no inicio e pelos diálogos ser muito envolta disso e o autor não dar tanto de respiro pro leitor descansar no inicio, e conforme se passa a obra vai se criando um conflito de informações que deixa ainda mais complicado ter total noção do que era de fato, mas que deu para ver em uma boa parte delas que era bem proposital para despistar sobre a perspectiva do leitor.
Eu digo que é muito bem feita para agregar mais aos personagens e seu desenvolvimento, da mesma maneira que em "A menina do Outro lado" é utilizado para agregar na construção principal da história que são os personagens, em Pandora Hearts também é dessa maneira e não somente um mistério profundo que mais apresenta uma grande lore além da conexão aos personagens mas algo que os engrandece no desenvolvimento deles.

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Quando uma história destaca tanto isso é legal ter uma boa finalização trazendo um mistério que traga um bom resultado de toda a espera, e eu adorei o resultado só que esperava mais alguns pontos
Esperava por exemplo que a principio o Jack fosse ser mais complexo e interesse do que nos foi revelado mas na verdade ele era uma casca vazia que se comprometia a ser alguém muito viciado em ficar próximo da Lacie, e eu gostaria que tive sido construído de uma maneira mais profunda em relação as interações entre eles, não acho mal feita mas pelo destaque que ele teve e sua ambiguidade esperava algo mais impactante.
Fiquei confuso sobre a irmã gêmea da Alice, pois a principio eu tinha entendido que a Lacie que seria sua irmã gêmea mas na verdade acabou deixando em aberto de que tinha uma irmã gêmea só que não apareceu ela ou deixei alguma informação passar pois realmente fiquei confuso sobre isso.
Além disso no final tiveram várias informações envolta das reviravoltas da Lacie com a Alice e das duas com o Oz, a principio eu consigo ver uma lógica boa por trás de umas destacadas nesse final só que em outra eu sinto o pressentimento de forçada de que tem algo que tá errado ou que simplesmente só me perdi por dentro de tantas informações que tivemos.
Fiquei confuso pela maneira em que mostrou o Gilbert e o Vincent no passado, não pelas informações e sim por não ter dado ênfase neles pulando para o futuro e ainda continuando jovens, eu tinha concluído que foi por causa deles terem caído no Abismo e voltado um tempo depois saindo dele só que não me foi mostrado isso e agora fiquei meio estranho em relação a essa informação que ficou meio ambígua (eu posso só não ter entendido e passado despercebido).
Fiquei meio estranho com isso dos Baskervilles serem tão especiais que não envelhecem da mesma maneira que as pessoas comuns e também são imunes aos efeitos do contrato de levar eles para o Abismo, mas ao mesmo tempo isso de imunidade ao abismo me pareceu algo colocado abruptamente para facilitar o personagem mesmo que pela lógica ele pudesse ter feito isso anteriormente que não faria nenhuma diferença e pelo fato do irmão que deveria ter muito tempo de vida acabar morrendo do nada no final da obra...
E fiquei confuso sobre lógicas e decisões envolta de informações sobre as famílias que envolviam certas lógicas internas dos acontecimentos, não sinto que o que perdi envolta disso foi tão prejudicial no meu aproveitamento mas eu chegava num momento que até esquecia alguma das famílias sem ser os Nigthray e Vessalius.Contudo não foi só problema, os dilemas do Break foram muito bem abordados e trabalhados tanto por uma conexão mais profunda dos desejos que iremos ver os personagens buscando quanto uma certa conexão entre ele e o Oz
Isso dos Glen's serem um titulo é bem legal e reforça certos elementos que foram ditos de "essa chain era do Glen" possibilitando que fosse de outros Glen's e não exatamente do que a gente conhece deixando menos óbvio
Todas as conexões entre Glen e Jack me fizeram perceber claras referências na relação entre Oz e Gilbert pelas suas semelhanças, só nisso eu consegui descobrir antes mesmo de ser revelado que a Chain do Gilbert era na verdade do Glen de antigamente mas errei no fator de imaginar ser uma "reencarnação" do Glen, mas cheguei próximo pois eles realmente tinham uma conexão de semelhantes em família e servo
Outro elemento que antecipei foi o fato do Elliot ter o Hampty Dumpty pela falta de lógica nas informações dadas
Não teria sentido ele ter uma marca de contratante pois se ele nunca soube não teria lógica por ser uma marca extremamente visível e que tudo mostrava que ele não sabia, então não teria lógica ele ter uma marca se não ele estaria escondendo ou a principio eu considerei que ela só pudesse estar invisível o tempo todo e foi "isso" que aconteceu de fato além de eu achar conveniente na história para trabalhar o personagem e deixar ele mais interessante.
Fica ainda mais visível o quando percebe que o autor criou uma discussão entre eles para que o Break e o Gilbert saíssem de perto para mostrar o Elliot "revelando" que não tem a marca só que somente para o leitor, algo realmente bem feito esse mistério e bem redondinho em relação ao arco desse momento e que não ficou confuso
Eu adorei também as revelações dos mistérios conectados as referências ao País das Maravilhas sendo muito foda o Oz ser o tempo todo o coelho da Alice e ter ainda ficado complicado por ter se tornado um Humano ao corpo do Jack e que ficasse retrocedendo a idade para ser do jeito que conhecemos hoje em dia
PersonagensA principio eu não gostei tanto da apresentação dos personagens, eu não via como se o autor transmitisse suas características principais de forma interessante mas que eu achei meio genéricas tirando por alguns outros que eu achei mais carismáticos e melhor conduzidos no inicio.
Eu via como se o autor estivesse mais destacando e enfatizando os elementos de mistério para depois focar nos personagens e quando ele decide construir mais eles certos elementos deles que antes eu só estava vendo um pouco com a perspectiva de "característica padrão de shounem" começaram ter mais glamour e impacto durante a obra e a triste melancolia da finalização disso tudo.
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Já começarei dizendo algo que conecta todos os personagens, a esperança provinda de uma mudança dos personagens mas com um finalização triste e mórbida deles.
Break era alguém que era muito pessimista e sempre aceitava que chegaria o seu fim como alguém esperando pela sua morte até que ele muda e deixa de acreditar nisso e nesse momento ele morre, quando ele morre tem o triste fim dele dizendo "eu gostaria de continuar vivendo" algo que ele nunca diria antes.Elliot era alguém que odiava personagens que se sacrificavam pelo bem dos outros pois isso lhes deixaria um peso maior de tristeza para eles que é muito mais pesado se ele continuasse vivo por um certo "egoísmo" de que a morte iria trazer um sacrifício que recompensasse a vida de quem ele salvou, e no final ele morre fazendo o que ele mais odiava pois nesse momento ele entendeu o valor de fazer isso e tomar a sua decisão e partindo em paz.
Rufus Barma sempre acreditava que conseguiria se casar Sheryl Rainsworth, no final ele morre sem conseguir isso mas só pela tentativa e tempos que passaram juntos ele morre feliz mesmo nunca adquirindo o que tanto quis.
Com isso boa parte das mortes são um pouco melancólicas e esperançosas com um destaque nas mudanças dos personagens e no quanto que eles representam aquele aspecto da vida de que quase nunca saí como o previsto e o quanto que as suas mudanças podem afetar o seu lamento e aceitamento até no fim da vida
Xerxes Break

Facilmente meu personagem favorito da obra, ele é extremamente carismático e representa um construção de fragilidade muito linda e bem feita envolta de suas decisões tomadas por um "egoísmo" não proposital de suas pretensões como servo e isso refletindo nos objetivos que levaram outros personagens a tentarem buscar o mesmo e sendo um exemplo do quanto que isso é errado para a gente e desenvolvendo uma perspectiva como pessoa de forma diferente e aprendendo a valorizar aqueles envolta dele.
Acho muito boa essa construção do inicio até o fim
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A finalização dele é um ponto final na sua mudança como pessoa, aquele que sempre buscava poder se sacrificar por gratidão e um alivio interno de contribuir pelo mal que ele já fez aprendeu a valorizar as pessoas em sua volta até chega no ponto de sua morte que é um ponto melancólico por finalizar o personagem bem no momento em que fala que "quer viver" trazendo ainda mais impacto não por ser triste mas por escancarar em seus últimos momentos o quanto ele mudou.
Algumas coisas que eu criticaria ele um pouco é em um momento do mangá em que eles estava preso numa jaula e quando vamos para fora ele já está solto sendo que nem foi mostrado que ele foi solto de lá e que serviu para ele lidar um pouco com a situação
Além disso fico meio estranhado com o negócio dele cego pois é completamente? mesmo não sendo como ele luta bem? eu interpretei que ele pode ter ficado cego de fato em algum momento mas ele já tinha se habituado em não ver para entender o ambiente mas que poderia ficar explícito na história pelo menos
Elliot Nightray
Um personagem que eu não esperava nada mas que impressionou, toda a sua apresentação é marcada tanto para desenvolver o Oz quando uma metalinguagem criticando provavelmente quem achava o Oz alguém banal na época, e mesmo tendo essa função isso também da uma boa base de compreensão de suas características para serem melhor desenvolvidas e construídas mais para frente.
Um personagem realmente marcante e muito bem utilizado.
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Quando chega no arco da procura pelo "Head Hunter" que intensifica a construção dele e elementos de ambiguidade sobre algo de errado com o personagem.
Conforme a gente vê ele interagindo com a Alice sempre ela dá uma fungada nele e essa característica era sempre ignorada, algo que a principio poderia passar despercebido e monótono mas que no arco do "Head Hunter" na mansão é revelado de fato, eu ainda achei estranho a discussão entre Break e Gilbert sobre a marca que estaria no peito do Elliot pelo fato de não ser nada demais essa discussão só pelo fato de quererem ver uma marca no peito dele mas que entendo um pouco o lado do Gilbert pois de invés dele fazer por conta própria ele estaria pedindo pro Gilbert, acho que pode envolver um pouco o fato dele estar meio cego mas eu acho que era o Break meio abalado com isso também.
O autor despista a gente ao fazer eles saírem do ambiente e deixar o Elliot sozinho revelar a marca para a gente e vermos que ele está sem, algum muito bem feito e que daria para nós contrariarmos pela falta de lógica por trás desse elemento e que posteriormente revela com ele matando a própria mãe deixando mais impactante e mórbido tudo isso.
É um peso enorme o fato de você matar sua mãe e ainda descobrir que o tempo todo foi ele que matou as pessoas antigamente com Humpty Dumpty, e o autor sabe balancear bem ao mostrar que as 2 pessoas que ele teria matado na mansão antigamente eram 2 babacas e facilitar a simpatia por assim dizer.
Não só isso mas a construção da relação entre ele e o Oz é muito boa, algo que se impacta ainda mais quando ele se sacrifica pelo bem de Oz de alguma maneira e que não quer colocar o peso no Oz que não gosta de matar, em que indiretamente finalizaria com a vida de seu Amigo.
Vincent Nightray
A principio eu não dava nada para ele pois o exagero na obcecação dele pelo seu irmão mais velho não me cativava o suficiente, algo que no final é muito bem trabalhado na resolução dos conflitos e faz coisas que em outras obras poderia soar simplório mas que nessa aborda de forma muito bem feita por já ser abordada desde o inicio.
Ele realmente acaba sendo mais valorizado em abordar mais de sua psique de alguém muito melancólico e totalmente obcecado tanto com sua inutilidade e valor para seu irmão que se entra em uma contradição.
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Eu gosto da construção final de que ele sempre se via como alguém fútil que só atormentava seu irmão, eu pensei que iria ser abordado de forma rápida somente com a fala do break mas foi se desenvolvendo e cativando mais em relação ao personagem e mostrando sua faceta e ambiguidade em relação ao seu objetivo que nunca nem tentou realmente levar em conta a perspectiva de seu irmão por trás disso tudo que ele fez.
Pelo que aparenta ele via como um peso que não gostaria nem de contar ao seu irmão por não se achar adequado a isso, e depois de tudo isso ele finalmente consegue se tornar alguém independente e se apoiar em pessoas que ele aprendeu a amar ao se criar maior valor na sua visão sem que fosse somente ao seu irmão, a sua construção de independência sobre seu apego exacerbado é muito boa e finaliza com ele depois de anos viajando por seus próprios motivos se encontrar com seu irmão e agora sim morrer em paz.
Outras Finalizações de personagensSpoiler, click to view
Em vários Mangás aborda isso da reviravolta de perspectiva dos antagonistas e personagens na finalização da obra, dependendo da forma abordada e construída pode só soar conveniente e mal escrito para agilizar a finalização da história e trazer um final ruim ou que finalizou de forma súbita demais.
Posso ter achado o final meio enxoto demais em relação com as informações mas a construção emocional com os personagens nesse final é muito boa, a maioria não provêm do nada e acabou.
É por cima de elementos que já tinham sido abordados, a Eccho alguém que tinha crise de identidade finalmente conseguindo adquirir seus valores e liberdade, Leo que fez tudo pelo Elliot mas que agora percebeu o erro em suas ações pela ambiguidade que faz tudo isso para no final ser algo que o Elliot não aprovaria, Vincent que antes mesmo sempre ficava nesse conflito de valores conforme a gente via e agora decidiu de fato o que gostaria de verdade por conta própria, o seu relacionamento com a Ada que já tinha sido mostrada anteriormente sendo intensificada nesse momento, a Lily Beskerville que já tinha uma relação com algum dos personagens que agora tá livre no aceitamento com ele (poderia ser um pouco mais construído anteriormente), Glen que agora percebeu seus valores como irmão mais velho e desistindo de seus objetivos.
Dentre esses acho que o do Glen foi o mais súbito por não ter sido tão demonstrado sua relação de irmandade com a Lacie, mas de resto eu achei bem construído o suficiente para ter um bom final.
Outro que veio antes do final foi o do Liam que teríamos uma suposta morte mas que descobrimos pouco tempo depois que sua Chain consegue fazer ele fingir de morto, sei que a chain até o momento era um mistério mas isso dá uma grande conveniência pro autor botar a função dela para qualquer coisa por ser tão abrangente essa "inutilidade" de invés do autor predefinir essa inutilidade dela por um "caminho" mais estreito, predefinindo indiretamente que o poder dela pudesse ser de fingir de morto de invés dele deixar muito em aberto, tornando essa falsa morte bem conveniente e ruim na minha visão.
Rufus Barma também foi outro que não morreu por conveniência que foi ainda mais ambígua a necessidade dele ter sobrevivido, a maneira que foi retratada parecia que ele tinha alguma noção de que poderia sobreviver mas em nenhum momento chega a ser explicado e ainda não tiveram nenhuma pista para ele ter sobrevivido na queda, então acho mal feita realmente a "falsa" morte dele também, e mais inútil do que o do Liam mas ainda demonstra uma mensagem no final que engloba muito do que foi a mensagem da obra então não foi totalmente inútil
Power SystemAlgo que eu não estava esperando que fosse o destaque na obra pois já imaginava ser mais filosófica, pelo menos esperava ser melhor introduzido e habituado para a gente entender.
Mas no inicio é demonstrando de forma meio sem graça em relação as Chains que parecem um pouco ambíguas e com o Gil parecer utilizar pouquíssimo.
Somente depois de um tempo começo a ver uma construção melhor envolta disso, não é da melhor forma possível mas já fez o básico bem o suficiente para eu não me incomodar tanto já que estaria mais focado na construção do mistério e nos personagens.
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O que eu achei estranho é algo que ficou meio em aberto, mas vou explicar.
Entre os contratos de Chains existem 4 tipos:
A 1° é o contrato padrão onde se cria um relógio no peito e que os leva ao Abismo conforme o ponteiro vai fazendo a volta até o final e levando ao Abismo.
O 2° é o contrato portado por um espelho, não sei se poderia ser outros objetos mas nesse caso é a maneira de fazer um contrato sem ser considerado um contratante ilegal e que impede que os efeitos negativos acertem o portado, o problema é que quando se quebra o objeto ele acaba cortando a conexão com a chain e finaliza com o contrato.
O 3° é algo que só aconteceu com o Humpty Dumpty, Uma Chain consegue fazer contratos com várias pessoas ao mesmo tempo, tornando algo que pode ser utilizar por várias pessoas com a mesma Chain e que conforme vai sendo ampliada a quantidade de pessoas que fizeram o Contrato mais tempo irá demorar para que o Relógio no Peito dê a volta completa.
A 4° é a mais nebulosa, que é o portador se utilizar de 2 Chains ao mesmo tempo por 2 Contratos e não sabemos direito como funciona.
O que eu tenho problema é no quão ambíguo ficou essa 4° possibilidade de contrato, são considerado 2 Relógios no Peito? Quais as desvantagens? Eu vi isso dito pelo Vincent afirmando que por ter 2 contratos ele consegue lidar com a fraqueza do tempo do relógio de forma indireta mas aí não tem sentido, a gente viu que o Gilbert pode utilizar uma Chain infinitamente sem prazo final por causa de sua linhagem então não tem sentido o irmão dele precisar de 2 Chains para compensar a desvantagem do contrato, além disso parece ter sido a única menção sobre um contrato mais "padrão" que conseguiu ser estendido e que depois é revelado que o Gilbert não teria limite com o contrato, deixando a sensação de conveniência na história para que o Gilbert só não sofresse dos efeitos do contrato depois de quebrar o espelho de seu contrato. FinalizaçãoEm resumo eu adorei a obra, ela constrói todos os elementos focais de fato de maneira muito interessante e impactante mas que não é perfeito pois tem algumas conveniências na história e alguns outros elementos que para ter melhor aproveitamento você precisa ficar mais delimitado no que ela realmente quer te entregar, e não lutas épicas desde o principio por coreografias fodas ou um sistema de poder muito bem aproveitado.