Introdução

Essa obra aborda bastante sobre algo meio sóbrio de uma vida pacata e natural, nada que foge muito dessa ambiguidade continua da vida normal, para alguns que esperem ter alguma mudança drástica de valores muito profundos, que espere que a protagonista por ser um robô molde muito a trama para algo um pouco fora da curva ou tenha sei lá uma viagem longa de exploração da vida em si, você pode acabar se decepcionando, mesmo que tenha alguns elementos que vão mais longe do que tu esperaria ainda sim não são o destaque de fato.
O que eu recomendo é ler a obra conforme o seu ritmo de forma calma e suave, é uma obra relaxante que de forma sutil e singela reflete sobre a nossa vida e as possibilidades que a gente pode estar desperdiçando, as vezes ficar no seu quadradinho o tempo todo pode lhe fazer perder oportunidade de aproveitamento e de forma bem normal você vai vendo a história e da mesma maneira que na vida real é como se o tempo passasse de forma muito rápida além do que nós esperamos e isso faz a gente se perder em algum ponto mas sempre com a obra relembrando o quanto que esses momentos que parecem passar em um piscar de olhos é o que molda nossos valores.
Adorei a obra pois me pegou de jeito no que eu tenho vivido até o momento, certas vezes penso que "ah tá, acho que não vai demorar muito" e no final acaba durando mais do que eu esperava e a obra reflete muito bem esse sentimento de que o tempo é extremamente mais raso do que a gente espera, rápido mas ao mesmo tempo parece realmente lento e parando para refletir é singelamente desconfortante ele, é uma história bonita e agradável de se ler e que recomendo para quem prefere obra mais simples e "monótonas" refletindo o que vivemos para ter uma boa associação.
Mensagem

Não diria que comecei a história na perspectiva correta, esperava que fosse um mangá onde a protagonista por ser um robô e ter uma perspectiva de tempo bem diferente por ser um robô iria abordar essa nuance entre a vida dela com os humanos e ela fosse viajando de local em local durante eras e eras e vendo as mudanças conforme o seu tempo passa e usando uma perspectiva meio "humana" para representar como que deve ser vive tanto tempo e ver essas mudanças drásticas de ambiente já que de inicio já tem alguns diálogos dela comentando sobre locais que mudaram bastante, eu pensei dessa forma então sempre fiquei na espera de ter uma longa viagem tipo Otoyomegatari, Frieren, One Piece etc que seguem por esse lado de exploração, isso não é ruim necessariamente pois a maneira de aborda essa vida cotidiana dela realmente é agradável e bem feita, mas quem for ler nessa expectativa que eu tive pode se decepcionar bastante, mesmo tendo uma parte disso não acaba sendo um destaque prolongado na história mas que quando tem também atribuí nessa mensagem que o autor quer transmitir.
Essa perspectiva dela sobre os singelos momentos conforme a história se passa vai mostrando cada vez mais impactante por pegar naquele âmago do tempo que a gente sente passar só que quando refletimos parece que foram rápidos, e é nessa perspectiva que tem foco.
A gente tem tempo e suspiro o suficiente com todos os personagens principais que são envolta da Alpha, as crianças, adultos etc acabam refletindo bem o quanto que eles iram impactar nessa mensagem na história.
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O que eu acho que eu não posso dizer que eles são extremamente impactantes como um só, pois todos são usados em conjunto para transmitir a mensagem de tempo conforme a gente vê, de pouco em pouco vamos vendo suas características cotidianas, seus interesses e suas interações que mesmo não tornando eles os mais profundos possíveis acaba funcionando muito bem como associação com o que a história quer que a gente tenha, depois de um tempo o Takahiro começa a amadurecer, ficar mais alto e isso é feito de tal maneira que a gente mal percebeu esse tempo passando, da mesma maneira com a Matsuki, isso eu acho proposital de trazer essa mudança temporal de forma abrupta sem nem informar ao leitor logo de cara pois é uma maneira de refletir a percepção de tempo com a Alpha que da mesma maneira para ela foi como um piscar de olhos, não é de forma tão extremamente enraizado e destacam-te quanto é em Frieren, em que sempre destaca muito isso, mas na maneira que mostra isso na Alpha é de forma bem singela e natural tornando associativo com a personagem e que eventualmente agrega mais valor nela não por ser extremamente profunda mas por nos fazer colocar e sentir na pele o sentimento da personagem só com essas naturalidade.
Sempre pensava "o quão atrasado eu estou?" e isso me preocupava quando via as pessoas envolta e tendo um progresso muito mais longínquo do que eu aparento ter tido, e da mesma maneira esse sentimento é refletido na Alpha vendo que até as suas outras colegas que são robôs seguiram com uma vida mais promissora e menos "isolada" enquanto a Alpha permanecia em seu "cafofo" mesmo que não fosse tão promissor, sendo usado para refletir aqueles que estão muito confortáveis em seu status quo e acabo me apegando a ela pois reflete o que eu sinto atualmente, é algo que marca mesmo de forma singela, a vida passa e antes Takahiro e Matsuki que eram praticamente os únicos jovens que ela acompanhava, agora envelheceram e vão viajar para longe dela, mostrando o quão parada ela está e vendo as coisas envolta dela voando como o vento e não conseguindo acompanhar eles, algo que mesmo ela sendo um robô a gente consegue sentir o mesmo sentimento pois não é exagerado, não é tipo "eles envelheceram tanto que morreram pela idade e ela continuou", não, é só eles amadurecendo e seguindo com seus objetivos de vida, mesmo sendo algo que parece muito mais rápido por ser um robô, isso também reflete nas pessoas que parecem que não estão progredindo e isso faz com que seja mais perceptível a mudança das pessoas envolta, também da para pensar nisso como a época do colegial onde seu amigo próximo que era bem envolvido chegou em um ano em que tiveram que se separar por mudança de escola, ensino fundamental para o médio, etc que lhes fizeram seguir outros caminhos, e por causa disso eu adorei a construção da mensagem, mesmo eu sentindo que tinha certas coisas ali que me incomodaram em certo modo não foi algo que descaracterizou tanto assim. Alpha
Na minha perspectiva eu sempre fiquei com isso na mente "será que tem necessidade da Alpha ser um robô?", pois nos momentos iniciais da personagem sempre é retratado de formas que não fazem ela parecer ter tanto essa característica, ela fica "doente", ela interage com as pessoas com bastante carisma sem nem parecer um robô, seu visual é de um humano, ela come, ela bebe, ela dorme etc, fazendo eu me perguntar o quão impactante seria essa característica por si só pois se não fosse por isso não mudaria lá muita coisa na trama, depois de um tempo lendo e interpretando o que o autor quer transmitir eu entendi melhor o motivo de ser um robô e considerei aceitável isso, justifica certas coisas na trama e na maneira que ela se envolve com os acontecimentos e momentos por causa dessa característica de ser um robô, mas digo que não é uma característica EXTREMAMENTE impactante ou algo do tipo, tá ali e se justifica o suficiente só que não faz com que a obra vá por um caminho de retratar profundamente essa característica e nem ficar próxima de algo futurista, que é até bom pois não é o que está proposto.
Em sua personalidade vemos uma garota desapegada que gosta de viver o momento de forma calorosa e de certa maneira divertida, de maneira não muito caricata mas que consegue ser característica boa o suficiente para que a personagem não seja totalmente monótona ou sem graça, funciona bem e é legal essa reflexão por parte de ter conexão com a característica de percepção de mundo dela, algo acolhedor e agradável que a personagem transmite.
Ela é o principio que nos conecta ao dia a dia e cotidiano entre os personagens secundários, é como se entrássemos em sua perspectiva para entender e mostrar os valores pessoais de aproveitar os momentos mesmo os mais singelos que forem, trazendo aquele sentimento de que estamos acompanhando uma vida numa velocidade semelhante com o que a gente sente quando relembramos de momentos e pensamos que foram muito rápidos, e por isso só falarei praticamente delas especificamente pois ela é o que conecta e mais se destaca entre os personagens.
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Eu estava achando "pô, ela pega resfriado, ela toma banho, imune a água, come, bebe etc, é praticamente um Humano então qual a necessidade do autor só fazer uma robô de invés de uma mulher normal?", conforme a trama fui vendo que o autor mesclava essa característica dela ser uma robô com a sua perspectiva, ela gosta de ver a mudança envolta pois ela é alguém que por si só nunca vai sentir esse sentimento pois ela é alguém que não envelhece por ser um robô e isso vai sendo referenciado em diálogos tipo, ela conversando com a Matsuki e falando que ela tem inveja do fato deles poderem conviver e viver nos mesmos períodos e serem influenciados pelo tempo lado a lado, isso vai sendo mostrando também quando ela conversa com o Oji-san algumas vezes e entre outras robôs que nem ela pelo que recordo.
Além disso também tem a retratação de que por ela não ter tanta necessidade de alimentos básicos para viver ela pode ser mais desleixada e despreocupada com a sua cafeteria pois ela consegue viver mesmo com um salário baixo, levando a ser uma justificativa base da história do porquê não acontece nada de errado por ela ter poucos clientes.
Depois de um tempo o autor começa a dar mais ênfase na progressão do tempo, de invés de ser algo cotidiano do dia a dia isso ainda continua só que vamos vendo a mudança de épocas, o autor não fala isso de forma tão direta tipo "se passou 3 anos" tipo o que acontece em Innocent, mas só pelo design dos personagens a gente já sente essa mudança sem nenhuma fala, algo sútil e que eu gostei pois refletiu uma mudança de tempo só com o visual dos personagens e não tinha nem que ter uma explicação do tempo que se passou que você já notava na hora, além de representar indiretamente a perspectiva do quão rápido se passou o tempo para a Alpha e a gente sentindo isso na pele da mesma maneira que a gente repensa sobre o passado e lembra o como que isso pareceu rápido.
Um dos momentos que eu mais gostei foi quando ela decidiu viajar por um tempo, eu tava esperando muito por isso e quando aconteceu e genuinamente fiquei empolgado de ver logo isso já que até parecia que o mundo era um pouco fora do nosso convencional e que poderia pelo menos explorar um pouquinho dele, foi isso que aconteceu mas eu fiquei meio triste que isso foi meio breve na história, mesmo com essa mudança de ares que acabou sendo ainda deu para ver que a história ainda continuava com sua mesma atmosfera como era anteriormente não sendo algo que se destoava tanto na história assim, mas só de ter essa mudança já foi agradável.
Eu também achei que iria ter uma viagem por 4 motivos
1° seria uma maneira dela ir passando de gerações e ir refletindo de forma natural o quanto que as coisas mudaram conforme o tempo passou só pelo ambiente, deixando uma reflexão aconchegante de ambientação dessa maneira
2° daria mais destaque para o fato dela ser um robô demonstrando os destaques de ser alguém que não envelhece e sobre suas interações conforme isso, além dela ter literalmente recebido uma câmera que seria melhor aproveitada na história baseado em outros ambientes.
3° iria fazer a gente sair do status quo na história e mudar o âmbitos para ficar menos enjoativo que é algo que muita gente pode ter sentido já que é muito apegado a um local específico e com uma representação de atmosfera que tá ali o tempo todo.
4° vi uma música geek dessa obra e por causa dela pensei que teria mais disso.
E um dos melhores momentos dela é quando ela chora ao Oji-san sentindo que irá ficar isolada em algum momento pois tudo envolta dela tá se esvaindo de forma tão rápida que ela não consegue progredir junto, meio triste mas sendo o rumo natural das coisas.
Não acho a personagem mais interessante possível, mas é a que melhor entrelaça o tempo envolta dos personagens da trama e refletindo muito bem os valores do tempo e da conexão que sentimentos com as pessoas envolta, o quanto que ficar apegado um Status Quo pode fazer você poder sofrer por isso e que a mudança é um passo importante e marcante para viver. Mundo e AmbientaçãoEu esperava algo mais mundano e mais do campo por assim dizer, acabou sendo praticamente isso mas o autor ainda quis retratar elementos fora da nossa realidade como até algo meio místico ou robótico, mesmo sabendo que só da protagonista ser um robô possibilitava ter alguns elementos envolvidos com uma tecnologia mais avançada eu não botava tanta fé que teria isso pois de inicio era só mundano mesmo a ambientação, no final acaba tendo isso mas de forma retratada que não desqualifica tanto a ambientação mais suave do mundo, não ficando destoante assim.
Outra coisa que eu diria é que eu sinto muito uma vybe brasileira nessa ambientação, me trás muito um sentimento de campo do brasil, também tem alguns elementos que atribuem nesse sentimento e tem até referência ao Brasil na história, então acho que quando lerem podem sentir muito isso por alguma associação que eu acho que não serei o único a sentir.
É simples e direto com alguns elementos fora da realidade somente para trazer algum interesse ou mudança de âmbito que faz a gente querer ainda mais ver esse mundo, não é extremamente complexo e bem explorado tipo um Made in Abyss da vida, mas ele anda lado a lado com a ambientação e o sentimento que a obra quer transmitir.
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Tem alguns locais meio estranhos, um mar longínquo onde existem vários postes de luz aleatórios que trás o sentimento de que tem algo de errado nisso, além disso também tem criaturas tipo Peixes voadores que viajam de acordo com o olhar, naves que voam praticamente por anos e meses que não faz som nenhum e que tá praticamente no limite da atmosfera do mundo, um tipo de "criatura" folclórica onde é uma mulher pelada que não fala nada e que simplesmente só aparece quando quer e que fica envolta da praia e das matas aparecendo com mais frequência somente para as crianças e em certos momentos o autor retrata ela de forma bem esguia e com um tipo de sorriso bem esticado, tudo isso faz com que o mundo pareça ser mais do que realmente é a primeira vista e eu sinto que não é para ver isso esperando respostas mas sim só ver com um âmbito de mundo diferente e meio místico que não precisa de respostas.
E essa criatura humanoide pelada que vaga pela mata, eu sinto MUITO o sentimento de ser o tipo de criatura que eu viria no folclore brasileiro, não só por causa das certas semelhanças que eu vejo mas por toda a abordagem da obra me trazer o sentimento brasileiro, tem vez que o capítulo é colorido que cores Verde, Amarelo e Azul são tão ofuscantes que lembram muito a bandeira do Brasil.
Quando junta essa estética de cores, ambientação mais cultural, criatura mística que lembra um pouco do nosso Folclore e tem até referência brasileira, eu fico nessa curiosidade de saber se o autor se inspirou na gente de alguma maneira nessa criação dele.
Dúvidas...Não foram pontos que eu fiquei pensando tanto pois estava indo conforme a vybe da obra me direcionava e por causa disso não fiquei tão implicante com isso, mas repensando eu acho que teve certos elementos que pareciam que teria alguma revelação ou momento mais impactante e que no final ficou a esmo durante a obra.
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Eu via várias vezes a história alterando da percepção da Alpha com a de uma outra personagem que estaria numa nave acima dos céus que parecia ser aquela que a gente via por baixo na terra, tinha até momentos em que o autor com um diálogo natural revelava que essa mesma mulher era uma "Alpha" da mesma maneira que a protagonista mas a gente sabe que esse robôs são raros então pensei que teria alguma relevância na resolução da história ou até que fosse ela mesma só que de outra linha do tempo só que não foi respondido e ficou só nisso, esse momento pode ter ficado só como uma 2° trama que seria misteriosa e que não foi respondido de forma que agrade e possa ter dado o sentimento de falta de necessidade de ter sido colocado.
Também tem isso de que a Alpha quando tá dormindo ela parece conseguir mesclar seu sonho com a realidade e voar por aí, eu até poderia pensar que é só um sonho mesmo mas tem momentos que até mostra que o Takahiro notou algo no céu enquanto no sonho da Alpha ela tinha olhado para ele enquanto voava, sendo extrema coincidência que não parece que é sem querer, então fica só nessa de destacar esse elemento mas não parecer algo tão relevante na trama, fica meio a esmo em relação com a necessidade de autor de não destacar algo que faça isso ser relevante.
E algo meio bobo mas que eu não vi necessidade é do porquê a câmera da Alpha era mais especial do que o normal? isso indicaria que o desenvolver dela é mais avançado do que os outros desenvolvedores de robôs? deu uma pontinha de dúvida sobre o quão "profundo" é essa conexão tecnológica com seu criador, algo que em até alguns momentos o autor comenta só que fica só por isso, não tô dizendo que é totalmente necessário abordar isso mas aí fico nessa de pensar "precisava disso?", mas não é nada demais, talvez alguém se importe um pouco mais pois isso até poderia trazer algo mais diferenciado e deixar menos "monótono" para a pessoa, mas não me incomodei tanto só quis comentar um pouco sobre.
Arte
Ela funciona muito bem, os rostos e caricaturas com os personagens atribuem bastante naturalidade sem descaracterizar extremamente e além disso são facilmente reconhecíveis sem serem rostos muito próximos e sendo distinguíveis.
A quadrinização é muito suave, lembro de um Youtuber que comentou que quando se passam de 4 linhas de quadros faz com que a leitura possa ficar mais pesada, e eu acho que tem maneiras de compensar isso talvez com quadros grandes, poucas falas etc, mas acho que dá para considerar que acima das 4 linhas de quadro é onde fica mais arriscado pois naturalmente sua mente sente mais peso de informações quando segue essa linha, e com Yokohama percebi que com BASTANTE frequência o autor faz páginas que não passam de 3 linhas, tem muitos que também tem quadros enormes, não é a coisa mais inovadora mas faz de tal forma que faz a leitura fluir de forma extremamente agradável e confortável, tu não sente nenhum peso durante a leitura e fluí de forma aconchegante, com muitas vezes pouquíssimas informações que quebrem esse ritmo.
O visual e estética é bom, quando a autora pinta as páginas sempre é com cores bem vividas que deixa ainda mais agradáveis as páginas e que se cria uma estética acolhedora, só tem um caso que saiu do padrão de pinturas mas mesmo assim funcionou muito bem pois retratou bastante cores contrastantes com um ambiente acolhedor e que parece refletido ao sol de forma que parece um tipo de pintura de época.
Algo que notei no inicio era a proporção do autor, tinha uma boa quantidade de vezes que as pernas ficavam muito esticadas, eu não acho que foi algo muito incômodo pois trazia algo mais esguio e em certos momentos funcionava com a cena trazendo um sentimento que ajudava a ficar natural essa "elasticidade" das pernas, funcionava mas eu acho que o autor pode só ter errado nas proporções, mas momentos em que era mais feito para retratar algo esguio mas confortante com o momento funcionava esse "defeito", além das pernas não tivemos muitos erros anatômicos e esse problemas das pernas só foi diminuindo.
Teve poucas vezes que eu vi páginas com 4 linhas de quadro... se eu revesse talvez eu lembrasse de mais, só que eu considero que teve bem poucos.
E é isso que eu acho da arte, ela é calmante e faz bem sua proposta mesmo com certos erros que podem ser propositais ou não.
FinalizaçãoMesmo pelo pesares, ainda foi uma ótima história pelo proposto, uma vaga experiência rápida pela dinamicidade criada pelas ondas de um lago calmo mas que é extremamente curto, tem uma história que sabe transmitir a mensagem e apegar as pessoas que se envolvem com ela, uma arte não que seja extremamente memorável mas que é muito boa no que é proposto, quadrinização dinâmica e simples sem querer exagerar desnecessariamente, um final bom que não tenta exagerar e sair muito da linha do proposto que nem acabam fazendo em outras histórias e seguindo uma linha tênue do inicio até o fim sem querer sair muito do rumo e por isso funciona tão bem, essa história é muito boa e recomendaria para qualquer um que quiser uma leitura descontraída e reconfortante que consegue ler em um piscar de olhos.
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E tem Tag em Spoilers dizendo que tem Yuri, mas praticamente não tem nenhum relacionamento lésbico.
Acabam sendo só beijinhos e interações que podem parecer isso, mas não resultam nisso
